Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa)

“… À Historia é sobreposição de eventos de aspetos contraditórios, mas se fizerem sentido tem valor …”

 (Jornal de Critica da Arquitetura – antiTHeSe.info – Quinze Pontos de L.P. Puglisi – de Sandro Lazier).

Esta ala do conjunto edificado que compõe o Museu Rafael Bordalo Pinheiro (R.B.P.) conotada hoje como Galeria de Exposições Temporárias, realizada nos 90 (1992), tornou-se um espaço inadequado tanto ao nível da segurança quer técnico funcional e arquitetónico, determinado pelas diferentes funções definidas no Programa Museológico (P.M.).

Para melhor compreender a viabilidade da realização dum Projeto de Requalificação por esta área do Museu Rafael Bordalo Pinheiro, foi necessário também efetuarem avaliações técnico/estruturais, cujos resultados possibilitaram adequar este Edifício às novas funções, “Galeria de Exposições Temporárias”.

Através da recomposição arquitetónica do Imóvel, foi possível realizar um espaço compatível com as necessidades do P.M. a ser implementadas neste lugar, correlato ao um ambiente que facultasse transformações e os acontecer, apropriado, de comunicações por todos

Em mérito aos suportes museográficos, projetados e realizados em aço inox e vidro, foram pensados por conjugarem formas e proporções geométricas em mútuo dialogo com o lugar onde se inserem, em particular para consentir maiores equilíbrios estéticos quando introduzidos na Moradia de 1914, consentindo através da “leveza e transparência da sua conceção” que a arquitetura deste ambiente, predisposto para receber as Exposições Permanentes (R.B.P.), se tornasse um espaço visível, originando formas intrínsecas de atmosferas em harmonia com a “Obra do Artista”.

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