O Pavilhão Branco (1994), foi pensado e projetado para receber Obras de Arte Contemporânea – Pintura e Escultura – de importantes dimensões/escalas, atualmente inserido no espaço aberto (jardim) do Palácio Pimenta (conotado como Museu de Lisboa) antigo “Museu da Cidade” no Campo Grande em Lisboa.
De acordo com o Programa Museológico (P.M.), era necessário realizar um espaço abstrato, que integrasse Arquitetura e Arte em harmonia e equilíbrio com uma “natureza humanizada” devido ao sítio onde o Pavilhão para Exposições Temporárias iria ser implementado.
A escolha da utilização da cor branca em pavimentos, paredes e tetos contribui-o para a construção de um ambiente neutro, cuja relevância é dada pelas Obras de Arte que aí vão sendo expostas, sendo que a opção de introduzir no projeto de arquitetura relevantes áreas de vidro (incolor) em fachadas, proporcionou uma mutua interação entre o interior da galeria e o exterior do jardim do Museu de Lisboa, possibilitando ao visitante uma “fusão de ambientes”, conjugando Art/Architecture/Garden numa imagem única.
Uma “Opera dentro uma Opera.